Mostrar mensagens com a etiqueta chá bravo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chá bravo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Dia Internacional da Biodiversidade - vamos à faculdade


A 22 de Maio celebra-se o Dia Internacional da Biodiversidade. Este dia foi proclamado pelas Nações Unidas em 2000 com o objetivo de aumentar o grau de consciencialização e conhecimentos acerca da biodiversidade.
A Teresa foi convidada pela FCUL a participar na sua jornada de palestras neste dia.  A palestra da Teresa terá como título: Figo da Índia... um negócio espinhoso. Os temas são ultra biodiversos, haverá palestras sobre cogumelos, especiarias e até sushi, com direito a demonstração. O evento é Sabores e Saberes da Natureza, tem início às 14h e termina no final da tarde com uma mostra de... Sabores e Saberes!
O programa pode ser consultado aqui.
Na mostra vamos ter disponíveis os produtos de figo da índia, incluindo o nosso Cactus Alchemy o óleo de sementes de figo da índia e os produtos de ervas aromáticas do nosso projeto irmão, a Chá Bravo.
Continuamos a trabalhar na divulgação do figo da índia, cujo interesse que sentimos à nossa volta é crescente. Estamos entusiasmados com as perspectivas de colheita deste ano... mas isso é assunto para próximo post.
Se puderem passem pela FCUL, o campus é muito agradável e o tempo está convidativo.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cheira bem, cheira a: Alfazema, Sálvia, Alecrim, Tomilho

O outro título deste post podia ser: como ter uma colheita em 2 meses.
É verdade, a Chá Bravo fez a sua primeira colheita de ervas aromáticas. E a erva que foi produtiva em 2 meses foi a Sálvia. Bateu as nossas expectativas mais ambiciosas.
Em Maio começámos a plantar 0,5ha de Sálvia, mais coisa menos coisa 20.000 pés. Ficámos com um campo repleto de pontinhos verdes. Durante estes 2 meses, foram cuidadosamente vigiadas e tivemos de regá-las pontualmente, pois são muito novinhas para aguentar a canícula de quase 40º que se fez sentir nesta zona do Alentejo. Controlámos as infestantes, porque estamos a fazer uma plantação sem tela protetora anti-infestantes e tentámos controlar a pior das pragas que temos na quinta: os coelhos. O Pedro e o Sérgio, que estão a fazer estágio connosco, tentaram povoar a plantação:


Aparentemente as ervas em causa não são alimento de coelhos e ao fim de algumas tentativas acabaram por deixar as pobres em paz.
Finalmente há alguns dias terminámos a primeira colheita. E obtivemos quase 300kg de Sálvia, estamos verdadeiramente contentes!

O que fazer com os 300kg? Aprender!

Agora 232Kg estão a servir para testar vários processos de secagem. Como fomos quase apanhados de surpresa por esta produtividade tão elevada, tivemos de recorrer a alguma improvisação. O que no final está a provar-se bastante positivo porque nos obriga a aprender de base os princípios da secagem, porque é que uma dada temperatura funciona, porque é que é preciso haver ventilação, etc. Não foi só receber o equipamento (túnel de secagem), enfiar as plantas lá dentro e esperar. Há-de ser assim, mas por agora estamos a aprender pelo método experimental.
Como em todas as experiências, há testes que correm menos bem, e com eles aprendemos. Mas no geral os resultados são positivos.
Um dos túneis de secagem improvisados pelo Sérgio e pelo Pedro

Com os restantes 68kg fizemos uma destila. Ou seja recorremos ao processo de destilação para  obter o óleo essencial da Sálvia.
Exemplo de instalação de destila de ervas aromáticas - de Willemine de Jongh
Com esta destila conseguimos 6dl de óleo, uma excelente proporção, que é o produto principal.
Frascos com o óleo obtido da primeira colheita Chá Bravo - Sálvia

Mas da água que é usada para este processo ainda se obtém um sub-produto interessante que é o hidrolato de Sálvia. É uma água de cheiro, uma espécie de água floral. Temos 72lt para começar.

Agora em simultâneo com estas experiências e testes, vamos começar a distribuir amostras da Sálvia seca para potenciais clientes já contactados. Mas é muito provável que ainda venham a poder experimentar esta e as outras ervas em lindos pacotinhos que estamos a preparar.
O óleo e o hidrolato vão ser analisados por quem nos pode dizer qual a qualidade que têm.

Mas é um prazer continuar a olhar para o campo já colhido e ver que em breve terá nova produção prontinha!
Campo de Sálvia após primeira colheita de 2013
Qual será a próxima a estar pronta? A aposta da maestrina Teresa Laranjeiro, vai para o Tomilho.


Ou será o Alecrim?


Podem acompanhar atualizações sobre esta produção na página do facebook da Chá Bravo.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Algo completamente diferente ou como aromatizámos a quinta.

Este post é sobre o outro projeto que convive com a CactusExtractus mesmo ao lado do pomar das nossas figueiras da índia, a Chá Bravo.
Começou este fim-de-semana a plantação que vai trazer uma paisagem lindíssima à quinta onde está o nosso pomar de figos da índia. Trata-se da instalação das ervas aromáticas da Chá Bravo. Um projeto que irá instalar uma produção de ervas aromáticas, escolhidas pensando na região onde estamos: Alentejo. Em breve iremos conviver com Alecrim, Alfazema, Sálvia e Erva Cidreira.
Tudo começa com a chegada de 20.000 pés de sálvia (salvia officinalis). Um prado de sálvia na eira.

Os trabalhos de plantação estão a ensinar-nos muito sobre os princípios básicos de optimização de tarefas, não só em tempo mas em esforço físico. E os nossos tempos estão a melhorar de dia para dia... e acabam por lembrar a alguns de nós que não andam a mexer as pernas o suficiente...
Mas nada consegue descrever o prazer que é ver o terreno a ficar pintalgado de plantinhas verdes e imaginar que dentro de algum tempo estará cheio de arbustos de sálvia.

Algumas imagens da equipa da plantação: